Buscar

Menu

Fechar

EntrarSairMedicamentosSua EspecialidadeConteúdosSua PráticaEventosEu Doutor@

Example content

Menu

Close

Infecções BacterianasInfecções BacterianasInfecções Bacterianas Gram-negativasBacteremiaSepseITUc/IIAcPAH/PAVResistência AntimicrobianaNa PráticaPortfólioInfecções Bacterianas Gram-positivasConteúdos CientíficosPortfólioInfecções FúngicasInfecções FúngicasCandidemiaAspergilose InvasivaPortfólioIntensiva na PráticaIntensiva na PráticaFerramentasSaúde, Carreira e TecnologiaWAAWPodPROARace Against Resistance: A Corrida Contra a Resistência Antimicrobiana

Uma experiência Pfizer para Intensivistas

Conteúdo científico e confiável em Medicina Intensiva

Acesso rápido: Infectologia Pro ou Microbiologia Pro

< Voltar para Intensiva na Prática

Resistência antimicrobiana: o papel do intensivista na UTI

Do reconhecimento clínico à reavaliação diária do esquema: aspectos essenciais para o manejo das infecções graves em terapia intensiva

Os médicos intensivistas exercem papel central ao suspeitar clinicamente de infecções, orientar a coleta de culturas apropriadas e iniciar a antibioticoterapia empírica 1,2. Em um cenário de resistência antimicrobiana (RAM) crescente, as decisões tomadas na rotina da unidade de terapia intensiva (UTI) envolvem diagnóstico microbiológico, interpretação do antibiograma e duração do tratamento 3,4. 

Bloco 1 — Panorama das infecções na UTI

O estudo EPIC III, que avaliou mais de 1.000 UTIs em 88 países, observou que até 70% dos pacientes fazem uso de antimicrobianos, incluindo antibioticoprofilaxia. Mais da metade (54%) apresenta infecções microbiologicamente suspeitas ou comprovadas, com predomínio de bacilos Gram-negativos. Do total, 22% das infecções são adquiridas na UTI, e 1 em cada 3 pacientes críticos tem infecção como causa de óbito3.

Bloco 2 — O cenário brasileiro

O estudo SPREAD demonstrou que até 30% dos pacientes internados em UTIs brasileiras recebem diagnóstico de sepse, com mortalidade de 55,7%. Em cenários de recursos limitados, que incluem a indisponibilidade de cultivos microbiológicos, essa mortalidade é até 67% maior 5. Cada hora de atraso na administração adequada de antibioticoterapia em infecções graves está associada a aumento substancial do risco de óbito 6. 

Bloco 3 — Multirresistência: panorama e mecanismos

Procedimentos invasivos e exposição prévia a carbapenêmicos contribuem para infecções por microrganismos multirresistentes (MDR)⁷. No estudo ASCENSION, conduzido em 14 hospitais terciários brasileiros, fenótipos de resistência prioritários pela Organização Mundial da Saúde (OMS) corresponderam a 50,5% dos isolados provenientes de pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI), frente a 32,0% fora da UTI, em infecções de corrente sanguínea associadas à assistência à saúde. Entre os isolados de Acinetobacter baumannii, 87,8% apresentaram fenótipo prioritário. A KPC foi a carbapenemase predominante em Enterobacterales (64,4%), seguida por NDM (28,4%) ⁸. A disseminação de β-lactamases é reconhecida como principal mecanismo de resistência em enterobactérias 9,10. 

Bloco 4 — Aspectos essenciais para a prática

O material aborda: epidemiologia e padrões de resistência locais⁴; estrutura e limitações do laboratório de microbiologia11; taxa de positividade das hemoculturas¹²; definição de infecção relacionada a cateter venoso central (CRBSI)¹³; coleta adequada de urina14; valor da coloração de Gram15; normas do BrCAST para interpretação do antibiograma16; fisiologia do paciente crítico17; tempo de tratamento18; e comunicação com o laboratório¹¹. 

Referências:
1. Kollef MH, Shorr AF, Bassetti M, et al. Timing of antibiotic therapy in the ICU. Crit Care. 2021;25:360. 
2. De Waele JJ, Akova M, Antonelli M, et al. Antimicrobial resistance and antibiotic stewardship programs in the ICU. Intensive Care Med. 2018;44:189–196. 
3. Vincent JL, Sakr Y, Singer M, et al. Prevalence and outcomes of infection among patients in intensive care units in 2017. JAMA. 2020;323:1478–1487. 
4. Negm EM, Elgharabawy ES, Badran SG, et al. Analysis of cumulative antibiogram reports in intensive care units. J Infect Public Health. 2023;16:1220–1229. 
5. Machado FR, Cavalcanti AB, Bozza FA, et al. The epidemiology of sepsis in Brazilian intensive care units (SPREAD). Lancet Infect Dis. 2017;17:1180–1189. 
6. Seymour CW, Gesten F, Prescott HC, et al. Time to treatment and mortality during mandated emergency care for sepsis. N Engl J Med. 2017;376:2235–2244. 
7.  Lou T, Du X, Zhang P, et al. Risk factors for infection and mortality caused by carbapenem-resistant Klebsiella pneumoniae. J Infect. 2022;84:637–647. 
8. Antochevis LC, Wilhelm CM, Arns B, et al. World Health Organization priority antimicrobial resistance in Enterobacterales, Acinetobacter baumannii, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus and Enterococcus faecium healthcare-associated bloodstream infections in Brazil (ASCENSION): a prospective, multicentre, observational study. Lancet Reg Health Am. 2025;43:101004. doi:10.1016/j.lana.2025.101004. Disponível em: https://www.thelancet.com/journals/lanam/article/PIIS2667-193X(25)00014-6/fulltext. 
9. Walsh TR, Gales AC, Laxminarayan R, et al. Antimicrobial resistance: addressing a global threat to humanity. PLoS Med. 2023;20:e1004264.
10. ANVISA. Nota Técnica n.º 74/2022 – CGLAB/DAEVS/SVS/MS. 
11. Schouten J, De Angelis G, De Waele JJ. A microbiologist consultant should attend daily ICU rounds. Intensive Care Med. 2020;46:372–374. 
12. Zornitzki L, Anuk L, Frydman S, et al. Rate and predictors of blood culture positivity after antibiotic administration. Infection. 2023. 
CDC. Bloodstream infection (BSI) guidelines. 2020. 
13. Frontera JA, Wang E, Phillips M, et al. Protocolized urine sampling is associated with reduced catheter-associated urinary tract infections. Clin Infect Dis. 2021;73:e2690–e2696. 
14. Gunasekaran J, Saksena R, Jain M, et al. Can sputum Gram stain be used to predict lower respiratory tract infection and guide empiric antimicrobial treatment. J Microbiol Methods. 2019;166:105731. 
15. BrCAST – Brazilian Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing. 
16.
Vincent JL, Bassetti M, François B, et al. Advances in antibiotic therapy in the critically ill. Crit Care. 2016;20:133. 
17.  Kalil AC, Timsit JF. Less is more: critically ill status is not a carte blanche for unlimited antibiotic use. Intensive Care Med. 2020;46:2075–2078. 

XX-XXX-XXX-XXXX

Você também pode gostar

Infecções Bacterianas Gram Negativas

A resistência antimicrobiana entre as bactérias Gram-negativas é um problema global que necessita ser controlado. Encontre mais informações sobre este desafio aqui!

Acesse aqui
Loading

PP-ZVA-BRA-0556

Infecções Bacterianas Gram Positivas

Staphylococcus, Streptococcus e Enterococcus estão entre as bactérias gram-positivas mais comuns associadas a infecções do gênero. Entenda!

Acesse aqui
Loading

PP-ZVA-BRA-0556

Infecções Fúngicas

Entenda como é possível diminuir a mortalidade, através de técnicas de diagnóstico e tratamento adequado.

Acesse aqui
Loading

PP-ZVA-BRA-0556

PP-ZVA-BRA-0556

Saiba mais

Crie sua conta de maneira rápida e acesse materiais e informações sobre produtos Pfizer, além de recursos especiais.

Minha ContaSairEntreCadastre-se
Material de distribuição exclusiva a profissionais de saúde habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos. Proibida a reprodução ou compartilhamento com terceiros. As informações aqui contidas destinam-se ao público brasileiro.

Em caso de dúvidas, favor contatar o Fale Pfizer através do telefone 0800-7701575 (de segunda a sexta-feira, exceto feriados). Para obter informações sobre a Pfizer Brasil, clique aqui. Para obter informações sobre a Pfizer USA, clique aqui.
 
Copyright© 2026 Laboratórios Pfizer Ltda. Todos os direitos reservados. Termos de Uso
 
PP-UNP-BRA-6342
 
Você está saindo do PfizerPro

Você está saindo do Portal PfizerPro e será direcionado para um site de terceiros.

Observe que este site de terceiros não é controlado pela Pfizer para Profissionais e não está sujeito à nossa política de privacidade. 

Agradecemos por visitar o nosso site. Esperamos que sua visita tenha sido informativa e agradável.

PP-PFE-BRA-3176

Você está saindo do PfizerPro

Você está saindo do Portal PfizerPro e será direcionado para um site de terceiros.
Observe que este site de terceiros não é controlado pela Pfizer para Profissionais e não está sujeito à nossa política de privacidade. 
Agradecemos por visitar o nosso site. Esperamos que sua visita tenha sido informativa e agradável.
PP-PFE-BRA-3176