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Acesso rápido: Infectologia Pro ou Intensiva Pro ou Opções de Tratamento
Um diagnóstico rápido e preciso é essencial para o manejo eficaz de infecções fúngicas invasivas, como aspergilose ou mucormicose invasiva. Porém, a identificação de patógenos a tempo continua sendo um desafio.1,2
Os métodos tradicionais para o diagnóstico de infecções fúngicas invasivas dependem da cultura de amostras de escarro ou Lavado Broncoalveolar (LBA), juntamente com a detecção histopatológica de fungo em amostras. No entanto, os métodos de cultura podem ser lentos e apresentar baixo valor preditivo, particularmente em pacientes não hematológicos ou pacientes que já estão em tratamento com terapia antifúngica.8-10
INSTRUMENTOS PARA A IDENTIFICAÇÃO
Novas técnicas podem ser capazes de acelerar o processo de diagnóstico:8-10
Independentemente de novas técnicas serem disponibilizadas, a microscopia tradicional direta de uma amostra com branco de calcoflúor permanece como a ferramenta mais rápida. Apesar de oferecer baixa sensibilidade e exigir um nível elevado de experiência do microbiologista clínico, esse método é capaz de detectar infecções fúngicas invasivas em menos de 15 minutos.8
As opções existentes possuem limitações, mas são uma etapa na direção certa. Quando emparelhadas com uma terapia imediata e apropriada, essas técnicas ajudarão a continuar nossa luta contra a resistência.
Veja o que as diretrizes dizem
LBA: lavado broncoalveolar; DPOC: doença pulmonar obstrutiva crônica; ESI-MS: espectrometria de massa com ionização por electrospray; IFI: infecção fúngica invasiva; PCR: reação em cadeia da polimerase.
Referências bibliográficas
1. Drgona L, Khachatryan A, Stephens J, et al. Clinical and economic burden of invasive fungal diseases in Europe: focus on pre-emptive and empirical treatment of Aspergillus and Candida species. Eur J Clin Microbiol Infect Dis. 2014;33(1):7-21.
2. Dignani MC. Epidemiology of invasive fungal diseases on the basis of autopsy reports. F1000Prime Rep. 2014;6:81.
3. Lin SJ, Schranz J, Teutsch SM. Aspergillosis case-fatality rate: systematic review of the literature. Clin Infect Dis. 2001;32(3):358-366.
4. Garcia-Vidal C, Peghin M, Cervera C, et al. Causes of death in a contemporary cohort of patients with invasive aspergillosis. PLoS One. 2015;10(3):e0120370.
5. Guinea J, Escribano P, Vena A, et al. Increasing incidence of mucormycosis in a large Spanish hospital from 2007 to 2015: Epidemiology and microbiological characterization of the isolates [published correction appears in PLoS One. 2020 Feb 12;15(2):e0229347]. PLoS One. 2017;12(6):e0179136.
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7. Skiada A, Pagano L, Groll A, et al.; European Confederation of Medical Mycology Working Group on Zygomycosis. Zygomycosis in Europe: analysis of 230 cases accrued by the registry of the European Confederation of Medical Mycology (ECMM) Working Group on Zygomycosis between 2005 and 2007. Clin Microbiol Infect. 2011 Dec;17(12):1859-67.
8. Ibáñez-Martínez E, Ruiz-Gaitán A, Pemán-García J. Update on the diagnosis of invasive fungal infection. Rev Esp Quimioter. 2017;30 Suppl 1:16-21.
9. Ponnaiyan D, Anitha CM, Prakash PSG, et al. Mucormycosis diagnosis revisited: Current and emerging diagnostic methodologies for the invasive fungal infection (Review). Exp Ther Med. 2022;25(1):47.
10. Freeman Weiss Z, Leon A, Koo S. The Evolving Landscape of Fungal Diagnostics, Current and Emerging Microbiological Approaches. J Fungi (Basel). 2021;7(2):127.
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